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quinta-feira, 3 de março de 2016

Metafora "O Amor e o Iceberg"


...então descobrimos que o amor do início, é o amor superficial, é o que conseguimos enxergar, como a ponta do iceberg, com o passar do tempo conseguimos enxergar dentro das águas geladas o iceberg como um todo, e é ai o grande desafio, amar por completo, amar profundamente, e é só o dia dia que nos oferece esta grande oportunidade. 
(by Bah Ribeiro)

quarta-feira, 2 de março de 2016

A Ponte...O Novo...

...há momentos que é preciso cortar as cordas da ponte para seguir um novo caminho... e não ter como voltar ao que já foi vivenciado....
(Bah Ribeiro)

domingo, 17 de agosto de 2014

A vida...uma tela vazia

A vida em si é uma tela vazia.
Ela torna-se qualquer coisa que você venha a pintar.
Você pode pintar a miséria, você pode pintar o êxtase.
Esta liberdade é a sua glória.
Você pode usar esta liberdade de maneira tal que toda a sua vida se torne um inferno, ou de maneira que sua vida se torne bela, abençoada, cheia de êxtase, uma coisa divina.

Depende de você – o homem tem toda liberdade.
Perceba que é por isso que existe tanta agonia; porque as pessoas são tolas e não sabem o que pintar nelas.
Tudo depende de você – essa é a glória do homem.
Essa é uma das maiores dádivas que Deus lhe deu.
Nenhum outro animal recebeu a dádiva da própria liberdade.
Todos os animais são programados, exceto o homem.
A rosa tem que ser uma rosa, a flor de lótus tem que ser uma flor de lótus; o pássaro terá asas, o animal andará sobre quatro patas.
O homem é totalmente livre. Esta á a sua beleza.
Você é deixado desprogramado. Você tem que criar a si mesmo.
Portanto, tudo depende de você: você pode se tornar um Buda – ou você pode se tornar um Hittler.
Você pode se tornar um assassino ou um meditador.
Você pode permitir a si mesmo tornar-se um lindo florescimento da consciência, ou você pode se tornar um robô.
Mas lembre-se: A vida não é nem miséria nem glória. A vida é uma tela vazia e requer uma grande arte.
Você é o responsável – e somente você, ninguém mais.

OSHO

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O Efeito Sombra - Filme


O que é a Sombra e o Efeito Sombra?
A sombra é uma parte de nossa consciência, nas palavras de Carl Gustav Jung a sombra é “a coisa que uma pessoa não tem desejo de ser”. A sombra é a parte oculta que existe em nossa psique, nossos sentimentos repremidos, medos, desejos, a sombra pode ser um aliado ou o destruidor de nossas vidas.

O principal objetivo do livro e posteriormente o filme O Efeito Sombra é apresentar o conceito desse elemento presente e onipresente em nossa psique, mostrar como a sombra atua em nosso dia-a-dia, em nossa vida, os prejuízos que ela traz quando é ignorada e desconhecida e o grande número de portas que ela pode abrir quando é aceita e compreendida.



LINK: http://www.youtube.com/watch?v=YX3MKbqdeJA&feature=youtu.be


Poder Além da vida - Filme

Poder Além da Vida - Um Filme Excelente, baseado em fatos reais, com ensinamentos fantásticos! Para quem ainda não assistiu, vale a pena! :)

Filme completo - dublado em português

Link: http://www.youtube.com/watch?v=aDIaOTTqqqQ


Um dia você aprende…



Um dia você aprende… 

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.

Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.

Willian Shakespeare


quarta-feira, 3 de abril de 2013

SAMSARA - Uma questão de Escolha!

SAMSARA 

Palavra sânscrita que vem da combinação de Samsa (ilusão) e Ra (movimento). É a ilusão em movimento, representada de forma cíclica. Tem também o sentido de "perambulação". Muitas pessoas pensam que esse é o nome Budista para o lugar em que vivemos no momento - o lugar que abandonamos quando vamos para nibbana (nirvana). Mas nos textos Budistas mais antigos samsara é a resposta, não para a pergunta "Onde nós estamos?", mas para a pergunta "O que estamos fazendo?" Ao invés de um lugar, é um processo: a tendência de ficar criando mundos e depois se mudando para dentro deles. À medida que um mundo se desintegra, você cria um outro e lá se instala. Ao mesmo tempo, você dá de cara com outras pessoas que também estão criando os seus próprios mundos.

O jogo e a criatividade desse processo pode algumas vezes ser prazeroso. Na verdade, isso seria perfeitamente inócuo se não causasse tanto sofrimento. Os mundos que criamos insistem em desmoronar e nos matar. Mudar para um novo mundo requer esforço: não somente as dores e riscos do nascimento, mas também os severos golpes - mentais e físicos - que resultam ao passar da infância para a maioridade repetidas vezes. O Buda certa vez perguntou aos seus monges, "O que vocês acham que é maior: a água nos grandes oceanos ou as lágrimas que vocês derramaram nessa perambulação?" A resposta dele: as lágrimas. Pense nisso na próxima vez que estiver mirando o oceano ou brincando nas suas ondas.

Além de criar sofrimento para nós mesmos, os mundos que criamos se alimentam dos mundos dos outros, da mesma forma como o deles se alimenta do nosso. Em alguns casos essa alimentação pode ser prazerosa e benéfica para ambos, mas mesmo nesse caso essa situação terá um fim. De modo mais típico, ela irá causar dano a pelo menos uma das partes na relação, com freqüência a ambas. Quando você pensa em todo o sofrimento incorrido para manter apenas uma pessoa vestida, alimentada, abrigada e saudável - o sofrimento tanto daqueles que têm que pagar por essas necessidades, bem como daqueles que labutam ou morrem na sua produção - você verá o quão explorador pode ser mesmo o mais rudimentar processo de construção de mundos.

É por isso que o Buda foi em busca do caminho para parar essa ilusão em movimento. E uma vez que ele o encontrou, ele encorajou outros a segui-lo também. Porque o samsara é algo que cada um de nós faz e cada um tem que parar isso por si mesmo. Se samsara fosse um lugar, poderia parecer egoísta que uma pessoa buscasse a escapatória, deixando os outros para trás. Mas quando você compreende que é um processo, não há de modo algum nada de egoísta em dar-lhe um fim. É o mesmo que abandonar um vício ou um hábito abusivo. Quando você aprende as habilidades necessárias para parar de criar os seus próprios mundos de sofrimento, você poderá compartilhar essas habilidades com os outros para que eles possam parar de criar os deles. Ao mesmo tempo, você nunca mais terá que se alimentar dos mundos dos outros, portanto, você estará reduzindo o fardo deles também.

É verdade que o Buda comparava a prática de parar o samsara ao ato de ir de um lugar ao outro: desta margem de um rio para a outra margem. Mas os trechos nos quais ele faz essa comparação, com freqüência concluem com um paradoxo: a outra margem não possui um "aqui," nem um "ali," nem um "no meio". Sob essa perspectiva, é óbvio que os parâmetros de tempo e espaço do samsara não se referem ao contexto preexistente no qual perambulamos. Eles são os resultados da nossa perambulação.

Para alguém viciado em construir mundos, a ausência de parâmetros conhecidos soa perturbadora. Mas se você estiver cansado de criar sofrimento incessante e desnecessário, talvez queira tentar algo novo. Afinal, você vai sempre poder recomeçar a construir se a falta de "aqui" ou "ali" resultar maçante.

Na imagem da Roda da Vida mostra ilustrações que representam simbolicamente os doze elos da existência interdependente, os seis reinos da existência cíclica e os três venenos da mente. Segundo a tradição, a Roda da Vida foi desenhada pela primeira vez na época do Buddha Shakyamuni. Depois de pedir um conselho ao Buddha, o diagrama teria sido desenhado por ordem do rei Bimbisara de Magadha. Ele o enviou ao rei Udayana em retribuição a um manto de jóias preciosas que tinha recebido de presente. O rei Udayana teria atingido uma profunda realização espiritual após estudar este diagrama.

A assustadora figura que segura a roda é Yama, o demônio da morte da mitologia indiana. Aqui, sua terrível presença simboliza a impermanência; nenhum ser vivo pode escapar de suas garras. Entretanto, o Buddha está flutuando no céu e apontando para a lua cheia; isto representa que os seus ensinamentos apontam o caminho para a liberação.
Na borda da roda, doze ilustrações representam os elos da existência condicionada:

· Uma velha mulher cega, andando com uma bengala, representa a ignorância;
· Um oleiro fazendo um pote representa a vontade;
· Um macaco pulando de galho em galho representa a consciência;
· Um barco com duas pessoas representa o nome e forma;
· Uma casa com seis janelas representa o conjunto dos seis sentidos;
· Um casal se abraçando representa o contato;
· Um homem dramaticamente ferido por uma flecha no olho representa a sensação;
· Um homem tomando bebida alcoólica representa o desejo;
· Um homem ou um macaco agarrando uma fruta em uma árvore representa o apego;
· Uma mulher grávida representa a existência;
· Uma mulher dando à luz representa o nascimento;
· Uma pessoa carregando um cadáver representa o envelhecimento e morte.

A parte principal da roda é dividida em seis partes, representando os seis reinos da existência cíclica (sânsc. samsara). Na parte de baixo, estão os três reinos inferiores:
· seres dos infernos (sânsc. naraka, nairayika);
· fantasmas famintos (ou espíritos carentes, sânsc. preta);
· animais (sânsc. tiryak, tiryagyona).
Na parte de cima, estão os três reinos superiores:
· deuses (sânsc. deva);
· semideuses (ou antideuses, deuses invejosos, demônios covardes, titãs, sânsc. asura);
· humanos (sânsc. manushya).
Em cada reino há um buddha: Yama Dharmaraja no reino dos infernos; Jvalamukha no reino dos fantasmas famintos; Simha no reino dos animais; Indra no reino dos deuses; Vemachitra no reino dos semideuses; e Shakyamuni no reino dos seres humanos.

Em alguns sistemas, o reino dos semideuses também é considerado um reino inferior, tornando-se um dos "quatro estados miseráveis" (infernos, fantasmas famintos, animais e semideuses). Em outros sistemas, contam-se apenas cinco reinos (infernos, fantasmas famintos, animais, humanos e deuses), sendo que os semideuses são divididos entre o reino dos fantasmas famintos e o dos deuses.

No centro da roda há três animais que representam os três venenos (sânsc. klesha) da mente, a origem dos seis reinos e dos doze elos: o desejo (apego) é representado por um galo; o ódio (aversão) é representado por uma serpente; e a ignorância (conhecimento errôneo), a fonte dos outros dois venenos, é representada por um porco ou javali. O galo e a serpente geralmente aparecem saindo da boca do porco, indicando que o apego e a ódio surgem da ignorância. Ao transcendermos estes três venenos, podemos nos libertar do sofrimento dos seis reinos e extinguir os doze elos que nos prendem a ele.

Ao redor do círculo com estes três animais, há dois semicírculos que representam a virtude e a não-virtude. O semicírculo negro representa o karma negativo, que conduz aos reinos inferiores. O semicírculo branco representa o karma positivo, que conduz aos reinos superiores.

Observando a roda da vida, é possível contemplar os quatro pensamentos que transformam a mente: a preciosidade do nascimento humano, a impermanência, o karma e o sofrimento. Esta contemplação é muito eficaz para despertar a compaixão, o amor, a alegria e a equanimidade.


E você esta disposto(a) a sair da roda da ilusão?

Namaste
Bárbara Ribeiro _/\_  

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