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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Ayurveda e o Budismo



Ninguém sabe ao certo quando a civilização desenvolveu-se na India. Até a época de Gautama Buddha (563-483 a.C.) as datas são muito arbitrárias. A civilização mais antiga de que se tem notícia é a de Harappa, que surgiu por volta de 3000 anos a.C. e sua cultura dominou o Vale Hindu por talvez 1500 anos.

A figura que segue é uma reconstrução de Harappa. O povo de Harappa construiu grandes cidades - como Mohenjo-daro - com ruas pavimentadas, aquedutos, banheiros públicos e enormes sistemas de drenagem.
O sistema de saneamento era tratado com atenção especial; este fato levou os estudiosos a concluírem que existia também um sistema médico, apesar de não haver evidências, exceto pelo fato daquele povo recorrer a substâncias que classicamente são utilizadas no Ayurveda.



A civilização de Harappa desapareceu há cerca de 1500 anos a.C. provavelmente devido a desastres naturais, mas também pelas invasões frequentes do povo Ariano, nômades da Ásia Central. O povo Ariano trouxe consigo os Vedas, seus antigos livros que continham toda a sabedoria e rituais de sacrifício. Do mais recente dos Vedas, o Atharva-Veda, desenvolveu-se o Ayurveda; este por sua vez gerou 6 grandes tratados médicos, em épocas diversas, entre eles o Charaka Samhita (tratado de medicina interna) e o Sushruta Samhita (tratado de cirurgia), escritos inicialmente para treinar médicos para tratarem de reis e princesas. O Ayurveda já estava bastante desenvolvido no tempo de Buda (563-483 a.C.), mas a medicina ayurvédica viveu uma fase grandiosa pois o próprio Buda era um grande estimulador de sua prática e estudo. O grande desenvolvimento desta ciência médica decorreu também de interesses políticos: nesta época a saúde do rei refletia a saúde do Estado, assim os serviços do médico real eram essenciais para a manutenção da estabilidade política.

No século III a.C., Ashoka, imperador sanguinário do norte da India, converteu-se ao Budismo e, motivado pelos ensinamentos de Buda, que ensinava compaixão por todos os seres humanos, construiu hospitais de caridade, com setores de cirurgia, obstetrícia e problemas mentais, por todo o seu reino, não somente para seres humanos, como também para animais. Além disso, enviou emissários para países vizinhos, o que ajudou muito a difundir ainda mais o Budismo e o Ayurveda: provavelmente foi desta forma que a ciência médica indiana chegou ao Sri Lanka. Durante os dois reinados posteriores, houve grande incentivo à medicina: o governo patrocinava hortos de plantas medicinais, construia hospitais e maternidades e punia charlatões que tentavam praticar medicina sem permissão imperial.



Toda essa Era foi intelectualmente fértil. Os budistas apoiavam todas as formas de aprendizado; construíram verdadeiras universidades onde eram ensinados, além do Budismo e da ciência védica, história, geografia, gramática, literatura sânscrita, drama, poesia, leis, filosofia, matemática, astrologia, astronomia, comércio, artes bélicas e medicina. A mais famosa destas universidades era a de Nalanda, que fechou suas portas por volta do século XII d.C., após quase 800 anos de funcionamento, equiparando-se na época, em status, ao que representa hoje a Universidade de Harvard.

A Era de Ouro acabou entre os séculos X e XII, quando o norte da India sofreu repetidas e violentas invasões dos muçulmanos, assassinando monges budistas, destruindo universidades e queimando bibliotecas. Aqueles que conseguiram escapar fugiram para o Nepal e para o Tibete levando poucos textos ayurvédicos; alguns destes são preservados hoje apenas na tradução tibetana. Os conquistadores muçulmanos trouxeram para a India seu próprio sistema médico, mas o Ayurveda mesmo assim sobreviveu. No século XVI, Akbar, o maior imperador mongol, notavelmente esclarecido, ordenou que todo o conhecimento médico indiano fosse compilado, contribuindo ainda mais para a preservação do Ayurveda.

Durante os séculos XVI e XVII, quando foram abertas as rotas para o Oriente, os europeus, além de levarem novas doenças para a Índia, como a sífilis, desferiram golpes que foram quase fatais para o Ayurveda, difamando a sabedoria tradicional, fazendo o povo acreditar que ela seria causa de atraso no desenvolvimento da India. O resultado foi que, após 1835, somente a medicina ocidental tinha reconhecimento legítimo nas possessões inglesas. A cultura e a medicina indianas foram ativamente desencorajadas entre o próprio povo indiano; a tradição do ensinamento oral de mestre para discípulo se perdia ¾ os mestres morriam, e seu valioso conhecimento com eles.

No início do século XX, com a ascensão do nacionalismo indiano, a arte e a ciência indianas ressurgiram e o Ayurveda voltou a renascer. Atualmente é um dos seis sistemas médicos reconhecidos na India: Ayurveda, alopatia, homeopatia, naturopatia, Unani, Siddha (variedade de Ayurveda praticada ao sul da Índia).

FONTE: ABRA - Associação Brasileira de Ayurveda

Filosofia Samkhya para Leigos

O Texto que você irá ler a seguir sobre a Filosofia Samkhya é de fácil entendimento com uma linguagem simples não somente para os leigos. Muito interessante, bonito e até emocionante, vamos ao texto:


Era uma vez um planeta chamado Purusha. Pode-se dizer que Purusha era um lugar perfeito, onde todos viviam felizes. Lá não havia tempo nem espaço e todos os habitantes sentiam-se absolutamente completos. O único problema do Planeta Purusha era que lá não havia espelho algum, e sem espelhos, os habitantes desse planeta não podiam ver a si mesmos e nem conhecer a si mesmos, porque em Purusha não havia a noção de separação um do “outro”.


Um dia, os habitantes do Planeta Purusha ouviram falar de um planeta distante chamado Prakriti, onde era possível conhecer a si mesmo em um mundo de dualidade, vivendo como um ser individual, cada um com sua própria identidade.
Este mundo de dualidade poderia ser percebido através dos cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. Ao visitar Prakriti, os cidadãos de Purusha poderiam continuar sentindo toda paz e alegria, e ao mesmo tempo também conhecer a si mesmos. Após essa jornada de investigação e aprendizagem, retornariam para casa mais conscientes de sua identidade real – cidadãos do Planeta Purusha.
Para viajar para o Planeta Prakriti, o povo de Purusha precisava de aeronaves especiais que pudessem resistir à atmosfera de Prakriti. Então, construíram aeronaves dos mesmos cinco elementos que compunham o Planeta Prakriti: terra, água, fogo, ar e espaço.

Cada aeronave foi construída artesanalmente, com características particulares que seguiam três modelos básicos chamados Vata, Pitta e Kapha. As aeronaves Kapha eram densas e sólidas; as aeronaves Pitta eram possantes e perfeitas; e as aeronaves Vata eram leves e rápidas.

Cada aeronave era constituída de três componentes básicos: a estrutura da nave em si chamava-se corpo físico, o piloto responsável por dirigir a nave chamava-se mente, e o passageiro principal chamava-se alma, o espírito que leva consigo a essência da felicidade e completude do Planeta Purusha. A ida para o Planeta Prakriti e a volta para Planeta Purusha seria possível somente através da integração completa de Corpo, Mente e Espírito.
Antes de sair para a jornada ao Planeta Prakriti, os habitantes do Planeta Purusha instalaram uma potente antena transmissora para que eles pudessem sempre manter contato com seu Planeta. Essa antena chamava-se Mahat, que significa “o Grande”. Cada aeronave tinha também um computador de bordo super-inteligente, chamado Buddhi, que quer dizer inteligência suprema, para garantir que o piloto da nave sempre tivesse em contato com o Planeta Purusha.

Todas as aeronaves partiram de Purusha ao mesmo tempo, mas cada uma teve sua trajetória única. As aeronaves Kapha, pesadas e lentas, seguiram a viagem em um ritmo constante. As aeronaves Pitta, concebidas para ter um desempenho perfeito, às vezes perdiam tempo em detalhes desnecessários. As aeronaves Vata fizeram a viagem mais emocionante, explorando diferentes universos e planetas, mas muitas vezes esqueciam onde tinham deixado as chaves e perdiam muito tempo procurando. Mas no fim da viagem, todas as aeronaves chegaram ao Planeta Prakriti ao mesmo tempo.

Ao se aproximarem de Prakriti, os pilotos prepararam os equipamentos e as ferramentas necessárias para a tão esperada temporada de exploração. Um conjunto de equipamentos chamado de jnanaendriyas servia para receber informações no Planeta Prakriti. Jnanaendriya quer dizer ferramentas para obter conhecimento no idioma do Planeta Purusha, chamado sânscrito. Os jnanaendriyas constituem os cinco sentidos: audição, visão, olfato, paladar e tato. Havia também equipamentos chamados karmendriyas, que permitiam que cidadãos de Purusha pudessem executar ações no Planeta Prakriti, tais como falar, se movimentar, pegar objetos, eliminar resíduos da nave, e até mesmo procriar novas “naves-bebês”. Com todos estes equipamentos, nada poderia atrapalhar a viagem de investigação e autoconhecimento no Planeta Prakriti.

Ao chegarem na atmosfera do Planeta Prakriti, as naves atravessaram uma série de tempestades inesperadas, repletas de turbulência, chamadas tempestades rajas, que quer dizer forte turbulência. Também atravessaram intervalos de calmaria, chamados tamas, onde nada se movia. Esses ciclos de rajas e tamas eram intercalados com breves momentos de equilíbrio perfeito chamados sattva, quando a viagem fluía bem, sem qualquer esforço.

Todas as aeronaves finalmente aterrissaram no Planeta Prakriti, mas a viagem foi muito estressante. A maioria dos pilotos ficou com amnésia crônica, esquecendo sua missão original de exploração e autoconhecimento. Esses pilotos ficaram deslumbrados com as experiências do Planeta Prakriti, não mais se lembrando de sua identidade original como cidadãos do Planeta Pususha. Os sistemas de comunicação inteligentes, buddhi, ficaram enferrujados por falta de uso, e sem buddhi funcionando adequadamente, os pilotos perderam contato com a Grande Antena Mahat, e consequentemente com o Planeta Purusha.

Com o passar do tempo, os cidadãos de Purusha passaram a acreditar que eram cidadãos do Planeta Prakriti, com personalidades próprias. Passaram a pensar que estavam em Prakriti apenas para desfrutar das vitrines dos diversos shoppings, andando em círculos, consumindo combustível e reproduzindo navezinhas. Esta condição de amnésia se chamava de avidya e este círculo vicioso de avidya denominava-se samsara.

No entanto, alguns poucos pilotos continuavam se lembrando da sua verdadeira cidadania e missão. Eles eram chamados de Rishis ou videntes e tinham a capacidade de ajudar os pilotos-esquecidos a saírem do padrão de tráfego circular do Planeta Prakriti e voltarem a se reconhecer como cidadãos do Planeta Purusha. Aqueles que decidiram retornar à sua identidade original precisavam primeiro consertar suas naves devido ao estresse crônico que sofreram com o uso excessivo dos jnanaendriyas e karmendriyas.

Os reparos eram realizados em oficinas que utilizavam uma ciência chamada Ayurveda, especializada em reequilibrar os cinco elementos, matéria-prima das naves. Às vezes, os sistemas das naves estavam tão entupidos e desequilibrados que tinham que passar por um serviço de limpeza completo chamado Panchakarma. Depois das naves terem passado por esse tratamento completo, sentiram a necessidade de ter em mãos um manual de instruções que os guiasse no caminho de volta à Purusha. Um dos mais conhecidos e eficientes manuais de retorno foi aquele compilado por um sábio chamado Patanjali. O nome do manual chamava-se Ashtanga Yoga, um manual que continha os Oito Passos de retorno à Purusha, descritos a seguir:

Os dois primeiros passos, Yama e Ni-yama, descreviam como os pilotos deveriam se comportar na viagem de volta.

O terceiro passo, chamado Asana, era necessário para assegurar que as estruturas das aeronaves permaneceriam estáveis e firmes para que a viagem fosse confortável e segura.

O quarto passo, Pranayama, dava as instruções sobre o adequado abastecimento e distribuição de energia durante a viagem.

O quinto passo, Pratyahara, consistia em remover a atenção dos pilotos de todas as distrações do Planeta Prakriti, para que pudessem se concentrar na missão de volta ao Planeta Purusha.

O sexto passo, Dharana, estabelecia uma direção certa e contínua, rumo ao Planeta Purusha.

O sétimo passo, Dhyana, ou meditação, descrevia um estado ideal de vôo no qual todos os sistemas das naves (corpo, mente e espírito) estariam funcionando de forma integrada, guiados por Buddhi, em contato constante com Mahat, mantendo de forma contínua uma comunicação clara com Purusha.

Através deste Manual dos Oito Passos de Patanjali, muitas naves puderam voltar para casa, e quando chegaram, reassumiram sua verdadeira identidade como cidadãos do Planeta Purusha, retornando para um estado de perfeita união, chamado Samadhi, o último passo.

Ao voltarem, no entanto, os cidadãos de Purusha já não eram mais os mesmos de quando haviam partido. Agora, esses cidadãos de Purusha possuíam a experiência do espelho do autoconhecimento. Eles conheceram o Planeta Prakriti, o mundo da dualidade, e então, retornando ao Planeta Purusha, tornaram-se plenamente conscientes de sua natureza intrínseca de paz e completude.

O aprendizado mais profundo dessa viagem, que é a jornada de todos aqueles que trilham o caminho do Yoga, é que Purusha e Prakriti são, na realidade, um só planeta, e que nós podemos viver a vida em estado de Purusha em meio ao mundo de Prakriti.


Fonte: Navrattna Yoga (Joseph La Page)

Acupuntura Ayurvédica ou Marmapuntura

ACUPUNTURA AYURVÉDICA ou MARMAPUNTURA ó SIRAVEDHANA.



Tradução


A Acupuntura Ayurveda é uma técnica milenar, que se originou na antiga Índia, seu objetivo principal é alcançar o equilibrio na circulacao da energia vital (Prana) nos canais de energia,pelos meridianos (Dhamanis), através da colocação de agulhas (Suchi) que sao aplicados em pontos específicos do corpo (Siras), esta técnica é conhecida como "Marmapuntura ó Siravedhana" em sanscrito.

Utilizada desde os tempos imemoráveis, mas muito menos conhecido a nível mundial que a acupuntura chinesa,na atualidade a Marmapuntura é praticada na Índia, Sri Lanka e em outras partes do mundo onde este conhecimento se desenvolveu, como na Austrália, Canada,EUA e Argentina, entre outros.



Esta técnica se diferencia da acupuntura chinesa, japonesa, coreana e outras técnicas modernas de acupuntura, pois utiliza os mesmos princípios da medicina Ayurveda



Neste sistema sao aceito os conceitos de meridianos e pontos com sua denominação internacional semelhante ao da acupuntura chinesa, alem de incorporarem os benefícios que envolvem a sabedoria do Ayurveda

O Objetivo deste artigo é divulgar esta novidade,que na realidade é uma técnica muito antiga e assim poder ajudar a melhorar a qualidade e profundidade nas terapias.




Porem é necessário aprofundar-se na medicina ayurveda para desenvolver um bom diagnóstico , tratamento e uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto.

Texto Original:


Veja o video do Dr. Frank Ros sobre Marmapuntura

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Curioso 2012

Alguns dias atras recebi um e-mail bem interessante sobre o tão "temido" 2012, veja o artigo na integra:




O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.

Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 graus de Touro - , e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.

A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, de Aquário, etc).

Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.

Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra.

Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão.

A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.

A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione.

A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos.

Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação.

Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros.

A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão.

Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir.

Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele.

A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz.

De acordo com as cosmologias maia e asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.

Humbatz Men, autor de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade Luz".

Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.

Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto física quanto psíquicas que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.

Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão.Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.

Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física.

As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira.

Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas.

Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons.

Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo.Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos, astrológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas.

A massagem, acupuntura, homeopatia, florais,YÔGA E MEDITAÇÃO COM MANTRAS o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.

As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar a um novo campo VIBRATÓRIO.(NÃO ALIMENTAR-SE DE SOFRIMENTO DE OUTROS SERES... NEM DE DERRAMAMENTO DE SANGUE)

Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos, viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas.

Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico.Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.Mas afinal e nós nisso tudo? Nós somos os mais beneficiados com tudo isso.

Todos nós, os seres encarnados na Terra estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nessa difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.

Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta "Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga. (CANTEM MANTRAS NA ERA DE KALI...diz os VEDAS)

Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz.

Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, YÔGA, Sahaja Maithuna, musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.

São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas antes mesmo de alcançar o corpo físico, além de curar outras já instaladas.

Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.

Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientizaçã o da humanidade.

Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.

E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalida de e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.

A inteligência da Terra será catalizada para toda a Via Láctea.

Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos.

Consciência é Luz.
Luz é Informação.
Informação é Amor.
Amor é INFINITO

TRANSCENDA OS PADRÕES PRÉ-ESTABELECIDOS

OLHE...OBSERVANDO A SUA VOLTA, VC ENTENDE-RA E SENTI-RA OS SINAIS!!!

Paz, Amor e Luz Divinos a todos.

Parabéns a quem escreveu este texto...

Dhanvantari - O Deus da Medicina Ayurvédica

OM DHANVANTARAYE NAMAHA

O Mantra de Dhanwantari
"Om Namo Bhagavate
Maha Sudharshana
Vasudevaya Dhanvantaraye;
Amrutha
Kalasa Hasthaaya
Sarva B
haya Vinasaya
Sarva Roka Nivaranaya
Thri Lokya Pathaye
Thri Lokya Nithaye
Sri Maha Vishnu Swarupa
Sri Dhanvantri Swarupa
Sri Sri Sri
Aoushata Chakra Narayana Swaha"


Dhanvantari (ou Dhanwantari, Dhanvanthari - धन्वंतरी)
É considerado o deus hindu da medicina ayurvédica, é um avatar de Vishnu, o senhor supremo.
Este ser celestial é sempre invocado nas atividades ayurvedicas. De acordo com as escrituras védicas, Dhanvantari materializou-se pela primeira vez nesta era ao emergir do Oceano de Leite, trazendo em suas mãos Amrita, o elixir da imortalidade, para fortalecer os semi-deuses em sua batalha contra os demônios.
Indra, o senhor dos céus, observando a miséria dos seres humanos e sua aflição com as doenças na Terra, pediu a Dhanvantari que ensinasse o Ayurveda à raça humana. Com esse propósito, Dhanvantari nasceu como filho do rei de Kasi. Como rei de Kasi, organizou os Samhitas do Ayurveda para o benefício da humanidade.Conhecido tambem como Divodasa Dhanvantari desenvolveu a escola de cirurgia no Ayurveda. Dhanvantari teve um discípulo muito importante no ayurveda, onde ele transmitiu todo seu conhecimento, chamado de Sushruta. Divodasa Dhanvantari desenvolveu a escola de cirurgia no Ayurveda, cooperando para um dos textos fundamentais do ayurveda, denominado Sushruta Samhita.

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