sábado, 17 de dezembro de 2011

Diabetes – A Negação do Amor!

Diabetes – A Negação do Amor!

O pâncreas é um órgão do sistema digestório e endócrino, pois exerce duas funções: a parte exócrina secreta suco pancreático que contém enzimas digestivas, que digerem o alimento, enquanto a parte endócrina produz muitos hormônios importantes, como a insulina, que reduz a taxa de açúcar no sangue. A redução da produção de insulina é o que leva a diabetes.

Então como funciona tudo isso?
Quando nos alimentamos, o corpo “quebra” o alimento (carboidrato) em glicose (açúcar) no intestino deogado, então a glicose vai para corrente sanguínea  procurando células que necessitam de energia, e para glicose entrar na célula, precisa de insulina. A insulina é a “chave” que abre a “fechadura” para glicose entrar na célula e liberar energia, e quando a glicose entra dentro da célula a energia é produzida. E o que estimula a insulina a ser secretada é o aumento da taxa de açúcar no sangue. Então quando não há insulina, a glicose não pode entrar dentro das células, e é isso que ocorre na diabetes, ou seja, o diabético não consegue absorver o açúcar contido nos alimentos aumentando assim a taxa de glicose na corrente sanguínea, e uma parte deste açúcar é eliminada pela urina. Ao substituirmos a palavra açúcar que tem gosto doce pela palavra amor, conseguimos entender a nível metafisico o que a diabetes representa. As pessoas diabéticas desejam amor (em forma de doces); no entanto não se atrevem a procura-lo ativamente devido a algum situação  desagradável que ocorreu em sua vida. Contudo continuam desejando e ansiando por ele (“eu gostaria tanto, mas sei que não devo!”). Como não conseguem obtê-lo já que não conseguem dar amor devido a uma grande insegurança, um grande medo em se decepcionar novamente, então o amor passa por elas sem deixar sinal, e essas pessoas eliminam o açúcar que não absorveram pela urina. Por traz do desejo de comer doces, esta o oculto desejo da realização amorosa, ao lado da incapacidade tanto de aceitar o amor como de entregar-se a ele. O diabético tem de viver com “alimentos substitutivos” especiais, viver com substitutos dos próprios desejos. A diabete leva a um excesso de acidez em todo corpo, que pode chegar a ponto do paciente entrar em coma. E estes ácidos são elementos que representam a agressão. Quando uma pessoa, seja ela um adolescente, um adulto ou uma pessoa de idade passa por alguma situação, como uma decepção num relacionamento, decepções com familiares, perdas, traições, frustrações ela se apega a esses acontecimentos e começa a sentir uma profunda tristeza e perde a doçura no viver, tornando-se azeda, pois o pâncreas perde suas funções, não conseguindo eliminar a “acidez” dos sentimentos e não conseguindo mais manter os seus pensamentos “doces”, pois passa a temer o futuro, mostrando então características bem marcadas em pessoas diabéticas, como grande insegurança, apego, desconfiança, melancolia e pessimismo. O corpo nos mostra de que os que não tem amor se tornam azedos e as únicas pessoas que aceitam o amor são aquelas que também são capazes de da-lo; e os diabéticos se restringem a demonstrar amor apenas através da urina, na forma de açúcar não absorvido. Os diabéticos são pessoas que não aprenderam a aceitar os acontecimentos, sejam eles quais forem, de maneira racional e não emocional. E' necessário entendermos que o que somos hoje e o que seremos amanhã depende de nossos pensamentos. Que temos que viver o agora, o momento presente, e se nos apegarmos ao passado ou ficarmos pensando no futuro, não conseguiremos viver este grande momento que é o hoje, o passado nos serve como aprendizado, não se apegue a ele. O apego nos leva a um profundo sofrimento, e quando há apego não a amor não a confiança, liberte-se de si mesmo, ou seja, de seus pensamentos que geram sentimentos que os levam ao sofrimento, seja livre para que o amor possa fluir dentro de você!

Por Bárbara Ribeiro
Professora do curso de Metafisica do Corpo Humano

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